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Babados e Fofocas

Amado Batista entra na ‘lista suja’ do trabalho escravo

O cantor Amado Batista passou a integrar a chamada “lista suja” do trabalho escravo, atualizada pelo governo federal na segunda-feira (06/04). O cadastro reúne empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão após decisão administrativa definitiva. Confira aqui a relação com todos os nomes citados.

A nova atualização incluiu 169 nomes, entre pessoas físicas e empresas, elevando o total para cerca de 613 empregadores. Entre os destaques, além do artista, está a montadora chinesa BYD.

No caso do cantor, ele aparece em duas autuações registradas em 2024, no município de Goianápolis (GO), envolvendo propriedades rurais onde, segundo o cadastro, 14 trabalhadores teriam sido encontrados em condições irregulares. Em nota, a defesa do artista negou as acusações e afirmou que as informações são “falsas e inverídicas”, destacando que não houve resgate de trabalhadores.

Já a BYD foi incluída após o resgate de 220 trabalhadores chineses durante a construção de uma fábrica em Camaçari (BA), em dezembro de 2024. De acordo com as autoridades, os funcionários viviam em alojamentos precários, sob vigilância armada, com jornadas exaustivas e sem descanso adequado. A empresa afirmou que as irregularidades foram cometidas por uma construtora terceirizada e informou que encerrou o contrato com a responsável.

Segundo o governo, os casos incluídos na lista ocorreram entre 2020 e 2025, em 22 estados brasileiros, e resultaram no resgate de 2.247 trabalhadores. As atividades com maior número de registros envolvem serviços domésticos, criação de gado, cultivo de café e construção civil.

A “lista suja” é divulgada duas vezes por ano pelo Ministério do Trabalho e existe desde 2004, com o objetivo de dar transparência às ações de combate ao trabalho escravo no país. Os nomes permanecem no cadastro por até dois anos, período em que os empregadores podem sofrer restrições comerciais e financeiras.

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