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eduardo braga

BATALHA DAS PESQUISAS COMEÇA A DESENHAR CENÁRIO NO AMAZONAS

Com o início do calendário eleitoral, a chamada “batalha das pesquisas” já começa a ganhar espaço no Amazonas. Diferentes institutos passam a divulgar levantamentos que ajudam a indicar tendências e a desenhar o posicionamento dos principais nomes na disputa de 2026.

Mais do que números isolados, esses dados começam a construir um retrato inicial da corrida eleitoral, especialmente na disputa ao Senado, onde os primeiros cenários já apontam movimentos mais definidos.

NÚMEROS APONTAM LIDERANÇA NO SENADO

Na pesquisa da Quaest, realizada com 1.500 entrevistas, Eduardo Braga aparece na liderança para o Senado, com 28% na soma dos dois votos possíveis. Na primeira escolha do eleitor, o percentual chega a 39%, abrindo vantagem sobre os demais candidatos.

Já a pesquisa do Direto ao Ponto, com 1.200 entrevistas presenciais em Manaus e no interior, reforça o cenário inicial da disputa.

Na pesquisa espontânea, Eduardo Braga aparece na liderança com 7%, seguido por Capitão Alberto Neto (5%), Wilson Lima (4%), Plínio Valério (3%) e Omar Aziz (2%).

No cenário estimulado, quando os nomes são apresentados aos eleitores, Braga amplia a vantagem e chega a 22%, seguido por Capitão Alberto Neto (18%) e Wilson Lima (16%). Na sequência aparecem Marcos Rotta (12%), Plínio Valério (10%), Marcelo Ramos (8%) e Dr. Costa e Silva (4%).

Mesmo em um cenário ainda em formação, os levantamentos já indicam liderança consistente na disputa ao Senado.

DISPUTA AO GOVERNO SEGUE MAIS ABERTA

No caso do Governo do Estado, os levantamentos apontam um cenário mais equilibrado, com candidatos próximos dentro da margem de erro, indicando uma disputa ainda em aberto neste momento inicial.

LEITURA TÉCNICA DAS PESQUISAS

Em um cenário de intensificação da chamada “batalha das pesquisas”, cresce também a necessidade de observar critérios técnicos fundamentais, como metodologia, forma de coleta, tamanho da amostra e registro na Justiça Eleitoral, fatores que impactam diretamente a confiabilidade dos levantamentos.

ALERTA SOBRE PESQUISAS

Nesse contexto, a circulação de estudos sem registro na Justiça Eleitoral levanta dúvidas sobre a confiabilidade dos dados e pode comprometer a transparência do processo.

IRREGULARIDADE LEVANTA QUESTIONAMENTOS

A divulgação de uma suposta pesquisa atribuída ao instituto AtlasIntel no Amazonas acendeu um alerta entre especialistas e observadores do processo eleitoral.

O material, que traz números para a disputa ao Senado, não possui registro correspondente na Justiça Eleitoral, como exige a legislação vigente.

De acordo com as regras eleitorais brasileiras, toda pesquisa de intenção de voto deve ser registrada com antecedência mínima, garantindo transparência sobre metodologia, amostragem e critérios utilizados.

A ausência desse registro configura uma irregularidade e levanta dúvidas sobre a legalidade e a confiabilidade dos dados divulgados.

Além disso, a circulação do conteúdo, inclusive em grupos de mensagens e redes sociais, sem a devida validação oficial, amplia o risco de desinformação em um momento sensível do processo eleitoral.

QUESTIONAMENTOS SOBRE CONFIABILIDADE

Outro ponto que chama atenção é a divergência dos números apresentados em relação a outras pesquisas registradas, que indicam cenários distintos tanto para o Senado quanto para o Governo do Estado.

Também há registros de questionamentos ao desempenho do instituto em outros contextos eleitorais, com apontamentos de diferenças significativas entre projeções e resultados finais em países como Bolívia, Colômbia e Argentina.

ATENÇÃO REDOBRADA DO ELEITOR

Diante desse cenário, especialistas reforçam a importância de cautela na leitura e no compartilhamento de pesquisas eleitorais.

A recomendação é que o eleitor verifique sempre se o levantamento está devidamente registrado na Justiça Eleitoral e observe informações como metodologia, tamanho da amostra e margem de erro.

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