David Almeida consolida força e desponta como “Fator de Desequilíbrio” na corrida pelo Governo do Amazonas
Manaus, Março de 2026 – A mais recente pesquisa do instituto Direto ao Ponto (AM-05275/2026) traz um cenário revelador para a sucessão estadual. Em um tabuleiro onde nomes como Omar Aziz e Professora Maria do Carmo já se movimentam ostensivamente desde o ano passado, a entrada oficial de David Almeida na disputa, há poucos dias, sacudiu as estruturas e reposicionou as expectativas de vitória.
Mesmo com menos tempo de exposição como pré-candidato ao governo e o ostensivo ataque de adversários nas redes sociais, Almeida demonstra uma resiliência eleitoral que sugere um “teto” de crescimento maior, enquanto seus principais adversários parecem ter estagnado após meses de pré-campanha.
O Fenômeno da Estagnação vs. O “Fator David”
A análise dos dados históricos de intenção de voto revela uma tendência preocupante para Aziz e Maria do Carmo. Ambos mantêm patamares estáveis desde 2025, o que, em ciência política, muitas vezes indica uma saturação de imagem.
Omar Aziz: Estagnado com 32% no primeiro cenário estimulado, derrapando dentro da margem de erro quando comparado a levantamentos anteriores (31% em abr/2025 e 33% em out/2025).
Maria do Carmo: Mantém-se competitiva com 23%, mas não apresenta o salto esperado para quem já está em campo há quase um ano.
David Almeida: Mesmo afirmando em declarações recentes que não era candidato, sempre figurou nas melhores posições de intenção de voto. Com o anúncio recente, ele já inicia sua pré-candidatura com 23% de intenções de voto no cenário 1, empatando tecnicamente com Maria do Carmo e mantendo uma curva de crescimento consistente desde outubro de 2025.
“O fato de David Almeida atingir o segundo lugar empatado com quem já faz campanha há meses, tendo acabado de oficializar seu nome, indica um potencial de transferência de capital político da capital para o interior ainda subexplorado”, avaliam analistas de dados.
Força em Manaus: O Porto Seguro de David
A pesquisa detalhada por região mostra que a estratégia de Almeida pode ser fatal para os adversários. Em Manaus, seu reduto administrativo, seguirá administrado por seu aliado fiel Renato Júnior (Avante), garantindo o apoio da máquina com maior capilaridade na capital.
David também é o único pré-candidato com maior volume de obras em Manaus, o que o deixará em larga vantagem com o eleitorado que vota em quem fez mais. Isto também impacta diretamente no interior, uma vez que todos possuem parentes em Manaus e constantemente precisam ir à capital, sendo impactadas positivamente pelas mudanças na cidade.
Como a capital representa o maior colégio eleitoral do estado, a capacidade de David em converter sua gestão em votos o coloca como o candidato com maior potencial de crescimento orgânico.
Oportunidade na “Curva de Conhecimento”
Outro dado que favorece Almeida é a comparação da rejeição e conhecimento. Enquanto Omar Aziz é um nome amplamente consolidado e com rejeição de 22%, David Almeida, ao expandir sua agenda para o interior nas próximas semanas, tem a chance de reduzir a distância para Aziz fora da capital.
A narrativa jornalística que se desenha é clara: Aziz e Maria do Carmo podem ter “queimado largada”, atingindo seus limites precocemente. David Almeida, ao contrário, entra no jogo com “sangue novo” e uma base sólida na capital que pode ser o trampolim necessário para a vitória em outubro.
A fake news da rejeição
Outro dado importante da pesquisa (que por ser publicada em ano de eleição está sob maior rigor da lei eleitoral) se trata do índice de rejeição dos pré-candidatos. David aparece com 29%, seguido de Omar com 22%, Maria do Carmo com 19% e Tadeu com 19%. Em 2025 os adversários de David intensificaram em suas falas que ele teria 70% de rejeição. Esta informação foi tratada como uma estratégia dos opositores para buscar desgastar a imagem de David, uma vez que as pesquisas e sua metodologia não precisavam ser registradas no TSE. A pesquisa do Direto ao Ponto indica por sua vez um número dentro da realidade das pesquisas de consumo interno, derrubando por terra a manobra de oposição.

