Corpo de corretora é encontrado e síndico é preso em Caldas Novas
O corpo da vítima foi encontrado após mais de um mês desaparecida, revelando uma trama de mistério e suspeitas que ainda ecoa na comunidade local.
Este caso não apenas expõe as complexidades das investigações criminais em Goiás, mas também levanta questões sobre segurança e confiança dentro dos condomínios residenciais. A prisão do síndico Cléber Rosa de Oliveira e seu filho, Maykon Douglas de Oliveira, pela Polícia Civil, marca um capítulo sombrio na história da cidade.
Prisões após mais de um mês de desaparecimento
Durante 42 dias, exato entre o desaparecimento da corretora Daiane Alves Souza e a prisão do síndico Cléber Rosa de Oliveira e seu filho Maykon Douglas, a polícia intensificou as buscas e investigações para localizar a mulher vista pela última vez no dia 17 de dezembro de 2025. Ela foi registrada pelas câmeras entrando no elevador do prédio, passando pela portaria para falar com o recepcionista e depois descendo até o subsolo – local onde tudo mudou.
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Esse período representou não só a angústia da família e amigos, mas também a complexidade das investigações criminais envolvendo pessoas próximas à vítima. A demora em encontrar respostas aumentou a pressão sobre as autoridades locais para esclarecer esse caso.
O silêncio do porteiro e as confissões parciais
A Polícia Civil conduziu à delegacia não apenas o síndico e seu filho, mas também o porteiro do prédio para prestar esclarecimentos. Curiosamente, enquanto Cléber teria admitido ter discutido com Daiane no subsolo e alegado ter agido sozinho no momento do crime, os detalhes completos dos depoimentos permanecem sob sigilo.
A ausência da divulgação oficial sobre se as prisões são preventivas ou temporárias aumenta ainda mais a tensão em torno do caso. Além disso, o nome do porteiro não foi revelado publicamente, reforçando o cuidado das autoridades em preservar a integridade das investigações.
Por outro lado, familiares relataram quedas intencionais de energia no apartamento da corretora antes do desaparecimento — um detalhe que sugere possíveis tentativas de manipulação ou intimidação dentro do condomínio.
O segredo escondido no subsolo
A descoberta macabra de um corpo no subsolo confirmou as suspeitas da polícia sobre o destino trágico da corretora Daiane Alves Souza. A ossada encontrada confirma que a vítima esteve naquele local desde seu desaparecimento em dezembro.
Segundo relatos policiais obtidos pela TV Anhanguera, a situação teria escalado após uma discussão entre Daiane e Cléber Rosa no subsolo do prédio — um ambiente pouco frequentado pelos moradores.
Embora os detalhes completos ainda não tenham sido divulgados oficialmente, sabe-se que conflitos internos entre moradores e funcionários podem gerar tensões graves. No entanto, poucas pessoas imaginariam que essas tensões resultariam em morte violenta dentro de um condomínio residencial.

