EXCLUSIVO: O ESCÂNDALO DAS “SOMBRAS” NA AADESAM !
Empresa de “Fundo de Quintal” abocanha contrato milionário sob suspeita de fraude documental e preços inflados!
MANAUS – O que deveria ser uma licitação pública transparente transformada em um enredo digno de investigação policial. Documentos bombásticos revelaram que eles queriam um esquema montado para beneficiar uma empresa sem estrutura, sob um manto de segredo e valores que saltaram assustadoramente da noite para o dia.
A MÁGICA DOS NÚMEROS: DE 1 MILHÃO PARA 3 MILHÕES!
O primeiro ponto que faz qualquer contribuinte perder o sono é uma majoração inexplicável de 150% no valor do contrato. A proposta inicial da empresa DL MAQUINE LTDA era de R$ 1.320.000,00. No entanto, o valor final homologado pelo presidente da AADESAM, foi de impressionantes R$ 3.273.530,00! Onde foi parar esse dinheiro? Sem qualquer justificativa nos automóveis, o aumento milionário é apontado como um “robusto apelo de sobrepreço” e dano direto aos cofres públicos.
UMA “CARTA MARCADA”? A EMPRESA QUE NASCEU PARA VENCERA investigação aponta que a DL MAQUINE LTDA é, técnica, uma “casca vazia” para um projeto dessa magnitude: Capital de “Centavos”: A empresa possui um capital social de apenas R$ 50.000,00, mas foi escolhida para administrar um contrato de mais de R$ 3,2 milhões. público”. Fraude Cronológica: O documento aponta que uma empresa apresentou atestados de capacidade técnica de períodos em que ela sequer existia formalmente como gráfica. É a “viagem no tempo” de quem nasceu para vencer! LICITAÇÃO NAS TREVAS: ONDE ESTÁ A TRANSPARÊNCIA? Enquanto a lei exige publicidade total, o Pregão Eletrônico nº 012/2025 parece ter sido jogado no fundo de um baú trancado. O processo simplesmente não foi encontrado em portais oficiais de transparência. A denúncia afirma que houve uma “ocultação deliberada” para impedir que outros concorrentes e a sociedade fiscalizassem o contrato. A mudança do ramo de atividade da empresa (CNAE) ocorreu às vésperas do certo e, um sinal claro de direcionamento.
O MARTELO DA JUSTIÇA: CRIME E PUNIÇÃOA representação não pede apenas a suspensão do contrato. O pedido é de NULIDADE ABSOLUTA e a remessa imediata para o Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM). Os envolvidos respondem por: Fraude à Licitação (Art. 337-F do Código Penal); Falsidade Ideológica (Art. 299 do Código Penal); Improbidade Administrativa. O documento é claro: o processo é um “natimorto”, concebido no escuro para drenar recursos públicos. A pergunta que fica no ar no Amazonas é: quem mais está por trás dessa operação nas sombras?

